Gestão
Empresa deve dar apoio ao colaborador para que ele conheça seus limites, inclusive pós-pandemia
Empresa deve dar apoio ao colaborador para que ele conheça seus limites, inclusive pós-pandemia

Com o tema saúde mental cada vez mais em pauta no mundo corporativo, sobretudo em tempos de pandemia, a empresa que oferece apoio ao colaborador ganha em diversos aspectos.

Acredito que os funcionários se sentem valorizados quando recebem esse suporte, pois percebem que a organização está realmente cuidando e se preocupando com a sua saúde física e mental. Como um dos resultados, é possível ver um aumento do EVP (Employee Value Proposition — Proposta de Valor ao Colaborador), o que também é bastante benéfico para a marca”, ressalta Izabel Rocha, Economista, Gerente de Suprimentos RH/Serviços Administrativos.

Mas como dar apoio ao colaborador?

O primeiro passo para dar apoio ao colaborador quando o assunto é saúde mental, mesmo depois que superarmos o coronavírus, é prezar pela comunicação. Afinal, além das situações desafiadoras que frequentemente aparecem dentro das empresas, existem ainda os relacionamentos interpessoais que precisam ser diariamente trabalhados. Aqui, estamos falando das relações entre funcionários e também entre chefias e colaboradores.

Muitas vezes, essa convivência diária não é fácil, impactando diretamente na produtividade, no clima organizacional e, consequentemente, na saúde mental dos profissionais envolvidos.

Por isso, ter abertura para um diálogo respeitoso e sincero ainda é a melhor forma de resolver esse tipo de questão. Ouvir os funcionários também é uma maneira de mostrar que a empresa se importa e respeita seu posicionamento.

Mas há outras formas de dar apoio ao colaborador e ajudá-lo a identificar seus próprios limites no que diz respeito ao cuidado com a saúde mental. Confira!

Conhecer bem a equipe

Os problemas emocionais desencadeados pelo trabalho, como o estresse, a ansiedade e o Burnout, não surgem da noite para o dia. Justamente por isso, quando se conhece bem a equipe e as características de cada funcionário, é possível identificar mudanças no seu comportamento.

A depressão, por exemplo, costuma começar com uma perda de energia. A pessoa, que antes tinha entusiasmo para realizar as tarefas, começa a apresentar certa apatia, que pode até ser confundida com cansaço. Porém, os sintomas tendem a evoluir, passando por desinteresse, isolamento, pessimismo, mudanças no sono e no apetite, entre outros.

Se a chefia conhece bem seus colaboradores, consegue identificar essas mudanças. E quando elas são percebidas logo no início, aumentam-se as chances de o próprio profissional enxergar o problema e buscar meios de solucioná-lo.

Como já dissemos diversas vezes por aqui, ainda estamos passando por uma situação atípica por conta da pandemia do novo coronavírus, de modo que os cuidados necessários para evitar a proliferação da COVID-19, como o isolamento social e até mesmo o home office, podem colaborar para o desencadeamento de diversos problemas relacionados à saúde mental. Por isso, prestar apoio ao colaborador, ainda que a distância, é essencial.

Neste momento tão difícil, a comunicação, a empatia e a demonstração que todos são importantes e que, ainda que distantes fisicamente, continuam juntos pelo mesmo objetivo, é fundamental para manter a equipe saudável mentalmente. Se considerar necessário, é bastante válido também a empresa oferecer suporte médico e psicológico aos profissionais”, sugere Izabel.

Criar programas de bem-estar

Os programas de bem-estar com foco na saúde mental são importantes ferramentas de apoio ao colaborador, bem como uma forma de prevenir e orientar sobre esse tema. A ideia é desenvolver medidas que tragam mais qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho.

Segundo a especialista, incentivar a prática de atividades físicas, o hábito da leitura e a terapia colabora para o autoconhecimento e para um melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

O incentivo ao autocuidado, ao aprimoramento das relações interpessoais e a oferta de suporte profissional, como médicos e psicólogos, também pode fazer parte desses programas.

Usar a tecnologia

O uso da tecnologia também é uma boa forma de dar apoio ao colaborador durante e pós-pandemia. A Vida, por exemplo, é o (robô virtual) de bem-estar da Vidalink criado para promover a mudança de hábitos e o fortalecimento emocional dos profissionais dentro e fora do ambiente de trabalho, por meio de trilhas de conteúdo criadas com exclusividade por especialistas em desenvolvimento comportamental (médicos, psicólogos, nutricionistas, educadores físicos e coaches).

Justamente por isso, ela consegue falar sobre saúde mental com o usuário driblando o estigma tradicional que envolve quadros de ansiedade e depressão e identificando antecipadamente comportamentos que indicam problemas relacionados à saúde emocional. Ela também dá suporte às pessoas com quadros diagnosticados, com informações sobre possíveis efeitos colaterais, terapias complementares e riscos de abandono do tratamento, além de lembretes de recompra da medicação, entre outras ações. Confira os detalhes no vídeo https://bit.ly/3bOhhqi.

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