Gestão de saúde
Coronavírus: quadros de ansiedade e depressão podem aumentar entre colaboradores; veja como prevenir
Coronavírus: quadros de ansiedade e depressão podem aumentar entre colaboradores; veja como prevenir

Investir na saúde mental do colaborador já virou uma premissa básica para qualquer empresa que deseja manter a produtividade e tornar-se competitiva no mercado, sobretudo em meio a uma crise global sem precedentes como a pandemia do novo coronavírus. Apesar disso, muitas lideranças ainda desconhecem a importância desse tipo de cuidado, embora casos de ansiedade e depressão sejam cada vez mais comuns dentro do universo corporativo.

Para se ter uma ideia, um recente estudo feito pela OMS (Organização Mundial de Saúde) indicou que, ao longo de 2020, os problemas com a depressão no ambiente organizacional vão pular da 4ª para a 2ª posição no ranking das principais causas de afastamento do trabalho no mundo, afetando 121 milhões de profissionais. Já no Brasil, estima-se que 17 milhões de pessoas sofram com essa doença nas empresas.

“Lidar com um ambiente complexo, volátil e incerto, repleto de cobranças por resultados (altamente competitivo) e de submissões a comportamentos considerados inadequados para o profissional (como agir contra os princípios para preservar o emprego) são as principais causas que levam as pessoas a um estado constante de desconforto e angústia, altamente prejudicial à sua saúde e, consequentemente, ao desempenho da organização”, explica Marcio de Cassio Juliano, docente, produtor de conteúdo e coordenador no Centro Universitário Fundação Santo André.

Relação entre a pandemia do novo coronavírus e o aumento de casos de ansiedade e depressão

E se esse quadro já era ruim, imagine agora com todos os impactos causados pela pandemia do novo coronavírus!

“O momento que estamos vivendo ‘joga mais lenha nessa fogueira’ da insegurança e incerteza sobre o futuro. Redução de salário, férias forçadas, perspectivas de demissões e o risco de contrair a doença são fatores que elevam mais ainda a possibilidade de os profissionais ficarem depressivos. Outro fator que deve ser levado em consideração é a questão do trabalho em casa. Alguns profissionais não estão preparados para lidar com a tecnologia e com o trabalho a distância, o que leva a um estado de baixa autoestima e a uma sensação de incapacidade de lidar com um ambiente novo ou mais complexo, que podem levar a um quadro de ansiedade e depressão”, ressalta o especialista.

O papel das empresas neste cenário

Assim como as pessoas, as empresas também estão inseridas neste contexto complexo, volátil e incerto e, por conta disso, em alguns momentos, elas também não sabem o que fazer ou como agir em relação a algumas questões, como a depressão entre os seus colaboradores, por exemplo.

“Na preocupação de vender mais ou de garantir a estabilidade das vendas e o pagamento das contas (inclusive dos salários), grande parte das organizações deixa a prevenção em segundo plano e só volta a se preocupar no momento da avaliação de desempenho, momento no qual os indicadores mostrarão que a performance desse ou daquele excelente e produtivo funcionário caiu de forma drástica. Daí o tempo já passou, e a empresa e o colaborador já perderam muito em questão de dinheiro e de saúde, respectivamente”, analisa Juliano.

O que fazer para prevenir quadros de ansiedade e depressão entre os colaboradores?

De acordo com o docente, produtor de conteúdo e coordenador no Centro Universitário Fundação Santo André, para reduzir a ansiedade e prevenir a depressão entre os colaboradores, as empresas devem se antecipar e investir imediatamente em iniciativas de bem-estar corporativo.

“A importância dessa prevenção apresenta dois vieses: o primeiro é a preservação da saúde do seu colaborador (garantindo e mantendo o bom desempenho) e o segundo é a prevenção de perdas financeiras ou a manutenção dos ganhos. Por esse ponto de vista, a prevenção deixa de ser uma despesa (um gasto) e passa a ser um investimento que certamente dará um bom retorno”, afirma.  

Além disso, é fundamental oferecer um ambiente de trabalho decente e atóxico ao trabalhador, com o monitoramento constante do clima organizacional e intervenções pontuais ao menor sinal de toxicidade ou de insatisfação.

“A comunicação formal é outra aliada para reduzir tensões, ansiedades e a possibilidade de depressão. Certamente, essas medidas já auxiliarão na prevenção. Contudo, ao se constatar a doença em algum colaborador, o ideal é recomendar a consulta a um profissional e incentivar o funcionário a se dedicar ao tratamento. E ssse trabalho pode ser feito pelo RH da empresa”, conclui.

Conte com a Vida – wellbot (robô virtual) de bem-estar da Vidalink

A Vida é o wellbot (robô virtual) de bem-estar da Vidalink criado para promover a mudança de hábitos e o fortalecimento emocional dos profissionais dentro e fora do ambiente de trabalho, por meio de trilhas de conteúdo criadas com exclusividade por especialistas em desenvolvimento comportamental (médicos, psicólogos, nutricionistas, educadores físicos e coaches).

Justamente por isso, ela consegue falar sobre saúde mental com o usuário driblando o estigma tradicional que envolve quadros de ansiedade e depressão e identificando antecipadamente comportamentos que indicam problemas relacionados à saúde emocional. Ela também dá suporte às pessoas com quadros diagnosticados, com informações sobre possíveis efeitos colaterais, terapias complementares e riscos de abandono do tratamento, além de lembretes de recompra da medicação, entre outras ações.

E tem mais: devido à pandemia do novo coronavírus, a Vida está disponível gratuitamente para todas as empresas do Brasil e seus respectivos colaboradores até o dia 30 de setembro. Saiba mais no link: https://bit.ly/3jqX7WX.

Por que investir em ações preventivas contra a ansiedade e depressão?

Ao investir em ações de prevenção e de combate a quadros de ansiedade e depressão entre os colaboradores, as empresas passam a contar com uma série de benefícios, como:

  • Melhora do bem-estar e da qualidade de vida;
  • Aumento do engajamento do colaborador com a empresa;
  • Redução do risco do colaborador sofrer com algum problema de saúde mental;
  • Maior retenção de talentos;
  • Diminuição do turnover;
  • Redução do índice de afastamentos por licença médica;
  • Aumento da satisfação do colaborador com seu trabalho e empresa;
  • Aumento da produtividade;
  • Conquista de melhores resultados (individuais e em grupo);
  • Melhor relacionamento entre funcionários, clientes e fornecedores;
  • Pontualidade de entregas;
  • Melhora do ROI das iniciativas de bem-estar;
  • Redução do retrabalho de tarefas;
  • Melhora da imagem da empresa perante ao seu público interno, externo e mercado;
  • Aumento do lucro;
  • Diminuição de prejuízos.

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